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Deixe-me ser mulher: Lições à minha filha sobre o significado de feminilidade 1

1 | O DEUS QUE ESTÁ NO COMANDO


Quando Walt veio me pedir minha mão, na época de Natal, eu lhe disse: “Não há ninguém mais a quem eu a daria com tanto prazer”. Em seguida, conversamos sobre quão longa seria sua espera se a data do casamento não fosse senão após a sua formatura. “Você acha que consegue suportar?”, perguntei-lhe, ao que me respondeu sem hesitar: “Senhora, eu sou um calvinista!”. Ele sabia que eu entenderia o significado daquilo. Você e eu também somos calvinistas, no sentido de que acreditamos em um Deus que está no comando. Não estamos, nem por um momento sequer de nossas vidas, à mercê do acaso. Walt compreendeu que a ocasião exata do pedido de casamento, de sua formatura na faculdade e da própria formatura dele no seminário estava entre “todas as coisas” que cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Ele enxergou o padrão de responsabilidades que havia diante de vocês e entendeu que aquela era a vontade de Deus, de modo que nem a força de suas próprias emoções ameaçava enfraquecer sua determinação. Ele sabia, a exemplo do próprio salmista, que, “ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre”. Sou grata por Deus ter dado a você um homem como esse.

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